Governo federal lança Plano Safra de R$ 525,1 bilhões; redução das taxas de juros

Agência Brasil • 30 de junho de 2026

 governo federal lançou nesta terça-feira (30) o Plano Safra 2026/2027. Principal programa federal de estímulo ao setor agropecuário brasileiro, a iniciativa vai destinar R$ 525,1 bilhões apenas para a agricultura empresarial durante o próximo ano agrícola.

 

Do total, R$ 384,9 bilhões estão reservados para custear despesas essenciais, como a compra de insumos, a manutenção de lavouras e rebanhos e a comercialização da produção. Outros R$ 140,2 bilhões irão para investimentos, apoiando a modernização produtiva, ampliação da capacidade de armazenagem, irrigação, inovação tecnológica, renovação de máquinas e equipamentos e o aumento da eficiência nas propriedades rurais.

 

Os R$ 525,1 bilhões superam em R$ 9 bilhões os R$ 516 bilhões destinados ao agronegócio na

safra anterior, safra 2025/2026, um incremento de 1,7%. Somado a outros cerca de R$ 85 bilhões destinados à agricultura familiar, o financiamento para o setor agrícola supera os R$ 610 bilhões.


Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, um dos principais avanços do Plano Safra 2026/2027 é a redução das taxas máximas de juros em linhas estratégicas da agricultura empresarial.

 

No Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), por exemplo, o volume previsto alcança R$ 72,6 bilhões, com taxa máxima de juros de 9% ao ano, alíquota inferior aos 10% até então aplicados.

 

O Plano Safra também reforça o incentivo à adoção de práticas produtivas sustentáveis e à regularização ambiental das propriedades rurais, concedendo descontos na taxa de juros de custeio para os produtores que adotarem boas práticas agropecuárias, padrões de gestão e certificações reconhecidas.

 

O desconto pode chegar a 0,5 ponto percentual para produtores com Cadastro Ambiental Rural (CAR) em situação regular e outro 0,5 ponto percentual para aqueles que adotarem práticas agropecuárias sustentáveis.

 

O programa também estimula a gestão de riscos, vinculando a possibilidade de renegociação das operações de custeio agrícola à existência de cobertura pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) ou seguro rural como instrumentos de proteção da produção e de segurança para o sistema de crédito.

 

Resultados
Durante cerimônia de lançamento do programa, no Palácio do Planalto, o presidente em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou que, com o atual plano, o governo federal atingiu o objetivo de não só ampliar o volume de recursos para o setor, mas, principalmente, reduzir as taxas de juros.

 

“O crescimento do Plano Safra é um valor recorde. Mais de meio trilhão de reais. E com juros mais baixos. Este era o objetivo”, disse Alckmin, comemorando os bons resultados que a agropecuária alcançou no último período, “mesmo com o tarifaço” imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

 

“Sobrou, da diferença entre o que exportamos e o que importamos, R$ 149,2 bilhões. Isso tem um efeito fantástico na economia, no sentido de estabilidade, de fortalecer a economia brasileira”, apontou o presidente em exercício.

Ele assegurou que a ampliação da infraestrutura para escoamento da safra é uma prioridade.

 

Ao classificar o agronegócio como “um dos grandes pilares do desenvolvimento nacional”, o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, defendeu a importância de políticas públicas “proporcionais aos desafios”.


“Talvez, nenhum instrumento representa melhor essa escala do que o Plano Safra, que pertence ao Brasil, e que a partir de 2003 se transformou na principal política pública de crédito rural do Brasil. Uma das políticas públicas mais longevas da nossa história”, lembrou André de Paula.

 

O ministro ressaltou ainda que a taxa de juros de custeio empresarial baixou de 14% para 12,5%.

 

Confiança
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, destacou que servidores federais de todas as pastas envolvidas passaram as últimas semanas “trabalhado dia e noite para conseguir compilar e harmonizar as necessidades e os interesses do agronegócio com as contas públicas e as possibilidades financeiras de a União custear um Plano Safra recorde”.

 

“A cadeia do agronegócio representa, hoje, mais de 25% do PIB [a soma de todas as riquezas produzidas no país] nacional. E é muito importante que um setor tão expressivo da nossa economia tenha a estabilidade de planos safras subsequentes e o compromisso das equipes de governo de debater temas espinhosos, como a renegociação das dívidas rurais e o seguro rural”, acrescentou Durigan, ao destacar que a venda de produtos agrícolas representam metade de todas as exportações brasileiras.


Representante do setor produtivo no lançamento do Plano Safra, o diretor de Relações Corporativas da Inpasa (maior biorrefinaria de grãos da América Latina), Guilherme Nolasco, destacou que, “ao apoiar os produtores, o país apoia uma importante cadeia de negócios, responsável por desenvolver a indústria, pesquisa e a logística nacionais, gerando empregos e incrementando a inovação e a inserção dos produtos brasileiros no mercado internacional”.

 

“O Plano Safra é mais do que crédito. É confiança em quem planta, investe e trabalha. Do pequeno ao grande produtor, e também das cooperativas que organizam, integram e fortalecem o desenvolvimento regional”, declarou Nolasco.

Por Consultor Jurídico • 29 de setembro de 2026
O Superior Tribunal de Justiça definiu, por meio de resolução, a cobrança de custas judiciais nos processos de competência originária e recursal a partir de percentuais sobre o valor da causa. A mudança obedece a uma previsão da Lei 15.498/2026 , sancionada em setembro para atualizar um modelo vigente e congelado há mais de duas décadas. A alteração entrará em vigor em 1º de janeiro de 2027. Até lá, ações originárias e recursos continuarão tendo como custas valores fixos. A partir de então, custarão entre 2% e 4% do valor atualizado da causa. A diferença para o jurisdicionado é sensível porque, também autorizado pela lei, o STJ definiu valores mínimos que ultrapassam em muito o montante atualmente cobrado de quem acessa o tribunal. Há também valores máximos. Tabela atualizada O ajuizamento de um recurso especial (REsp), que hoje tem custo fixo R$ 270,12, passará a custar entre R$ 1.325,45 e R$ 107.332,80. Dentro dessa janela, será cobrado o equivalente a 2% do valor da causa. Esse percentual mínimo também foi observado para recurso em mandado de segurança (RMS), recurso ordinário (RO), mandado de segurança (MS), petição e pedido de tutela antecipada ou cautelar. No caso do mandado de segurança, se houver mais de um impetrante, cada parte excedente pagará R$ 668,56. Há duas classes processuais em que o STJ decidiu cobrar o percentual máximo de 4% sobre o valor da causa: ação rescisória e reclamação. O caso da reclamação é sensível porque o tribunal recentemente abriu seu cabimento , para garantir a observância de acórdão proferido em julgamento de recurso especial sob o recém- inaugurado o regime de relevância. Por fim, classes processuais como conflito de competência (CC), exceções (de impedimento suspeição ou verdade), homologação de sentença estrangeira (HDE), suspensão de liminar e sentença (SLS) e embargos de divergência (ED) seguem com custas em valores fixos. Custas processuais renovadas A alteração foi aprovada pela Corte Especial do STJ e já era esperada. Quando houve a sanção da Lei 15.498/2026 em evento no Palácio do Planalto, o presidente do tribunal, ministro Luis Felipe Salomão, falou sobre o tema. “As custas da Justiça Federal estavam congeladas desde 2001. Uma causa de R$ 200 mil e uma causa de R$ 200 milhões pagavam exatamente o mesmo valor: R$ 1.915. Não há justiça nisso. Há um subsídio invertido: o contribuinte comum financiava o litígio de alto valor”, afirmou. Além da adoção do cálculo proporcional das custas, a resolução publicada pelo STJ exige a indicação do valor da causa devidamente corrigido no preenchimento do formulário eletrônico de recolhimento. Com a medida, o STJ deixa claro que os valores que permaneceram fixos serão anualmente atualizados pela Selic — até agora, essa atualização se dava pelo IPCA. A resolução também adicionou uma forma de pagamento: via GRU Intra-SIAFI para recolhimentos realizados por órgãos e entidades do Governo Federal. Clique aqui para ler a resolução
Por RepórterMT • 29 de setembro de 2026
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) pediu ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) a suspensão de audiências e de outros atos jurisdicionais enquanto persistirem as instabilidades no Processo Judicial Eletrônico (PJe). O pedido foi encaminhado nessa segunda-feira (28) ao presidente da Corte, desembargador José Zuquim Nogueira.  Segundo a presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, a entidade recebeu diversas reclamações de advogados que não conseguiam acessar normalmente o sistema, protocolar e distribuir processos e, em alguns casos, nem mesmo apresentar medidas consideradas urgentes. A instabilidade também estaria dificultando a participação em audiências. A Ordem argumenta que manter audiências sem que os advogados tenham acesso efetivo ao PJe pode prejudicar o exercício da defesa e do contraditório. Por isso, requereu que as atividades sejam suspensas até que o funcionamento do sistema esteja completamente normalizado. Além da suspensão das audiências, a OAB pediu a ampliação dos canais para recebimento de demandas urgentes, como habeas corpus, mandados de segurança, pedidos de liminar, revogações de prisão e antecipações de tutela. A entidade sugere que essas medidas possam ser encaminhadas por e-mail ou por outros meios enquanto houver dificuldade de acesso ao sistema.
Por Agência Brasil • 29 de setembro de 2026
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a decisão do ministro Flávio Dino, também do STF, que havia derrubado uma ordem do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para que fossem tiradas do ar publicações na internet associando o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) a um suposto ataque à Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Na decisão assinada na noite desta segunda-feira (28), Fux determinou que a ordem de Dino, que havia mandado manter os posts no ar, fique suspensa ao menos até que o plenário do STF analise o caso. Entre as postagens derrubadas por Mendonça está uma do humorista Antonio Tabet, que em uma rede social veiculou uma foto de imagem religiosa com a legenda: “a família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida”. Dino atendeu a um recurso de Tabet e derrubou a decisão de Mendonça, sob a justificativa de proteger a liberdade de expressão e com o argumento de que a publicação do humorista não fazia menção ao nome do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. A defesa do candidato então recorreu a Fux, que é relator de uma ação sobre o Marco Civil da Internet em que o STF decidiu que as plataformas têm a obrigação ativa de retirar do ar conteúdos que ameacem a democracia. Em sua decisão, Fux disse que não fez juízo de valor a respeito da suposta violação da liberdade de expressão e disse que tal julgamento deve ser feito pelo plenário. O ministro destacou a gravidade de se suspender uma decisão do TSE às vésperas do primeiro turno da eleição presidencial, marcado para o próximo domingo (4). "Faz sentido que este Supremo Tribunal Federal determine a veiculação de notícia comprovadamente falsa? Não!”, escreveu Fux. Entenda O caso veio à tona após surgirem, na semana passada, informações segundo as quais grupos evangélicos ligados à campanha de Flávio Bolsonaro defendiam a destituição de Nossa Senhora Aparecida de Padroeira do Brasil. O candidato do PL nega. Flávio Bolsonaro acionou a Justiça Eleitoral com a alegação de que o fato era “inverídico” e trazia “discurso de ódio e imputação de crime”. Na condição de ministro do TSE, Mendonça ordenou a retirada da postagem e de conteúdos semelhantes sob pena de multa diária de R$ 30 mil. O ministro também havia determinada que as plataformas de redes sociais retirassem do ar qualquer conteúdo correlato que fizesse menção a Flávio e Nossa Senhora Aparecida. Na segunda (28), o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, enviou ofício ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, para reclamar sobre interferências indevidas sobre decisões da Justiça Eleitoral.
Por Gazeta Digital • 29 de setembro de 2026
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), publicou em suas redes sociais um pedido público de desculpas à deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) por ofensas proferidas contra a parlamentar em 2023. A retratação formal foi o meio adotado pelo político para encerrar uma infração penal e evitar responder criminalmente na Justiça. A medida acatada por Abilio foi proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por meio de um acordo de transação penal no Supremo Tribunal Federal (STF). O mecanismo jurídico prevê o cumprimento de exigências alternativas, como a retratação pública, para extinguir a punibilidade de crimes de menor potencial ofensivo sem a abertura de uma ação penal regular ou condenação formal. Em publicação feita em seu perfil no Instagram, o prefeito declarou que a postagem cumpria determinação do Ministério Público Federal e admitiu a impropriedade de seus atos. "Pedido público de desculpas à Deputada Federal Érika Hilton. No dia 11 de julho de 2023, durante a 8ª reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos atos de 8 de janeiro de 2023, realizada no Senado Federal, teve início uma discussão entre os parlamentares que ali se encontravam presentes, e direcionei a palavra à Deputada Érika com ofensas que atingiram a honra da parlamentar. Como condição da transação penal ofertada pela Procuradoria-Geral da República, venho a público pedir desculpas à Deputada Federal Érika Hilton pela minha conduta inadequada e desrespeitosa", diz a publicação.  O episódio ocorreu durante o depoimento do ex-ajudante de ordens Mauro Cid na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro. Na ocasião, Erika Hilton discursava quando passou a ser interrompida por Abilio. Ao reagir às acusações e tumultos do liberal, a deputada afirmou que ele precisava de "tratamento psiquiátrico" e que tentava chamar atenção. Em resposta fora do microfone, Abilio fez comentários de cunho transfóbico e homofóbico. Senadores e deputados presentes acusaram o liberal de ter dito que Erika estaria "oferecendo serviços", em alusão pejorativa à sua identidade de gênero. O presidente da comissão, determinou a abertura de investigação pela Polícia Legislativa para apurar a conduta, episódio que culminou na denúncia formulada pela PGR ao Supremo Tribunal Federal.
Por Gazeta Digital • 29 de setembro de 2026
Um forte temporal, acompanhado de rajadas de vento e trovoadas, provocou estragos e deixou moradores sem energia nos municípios de Cáceres e Alta Floresta, nesta segunda-feira (28). Em Cáceres, (225 km a oeste de Cuiabá), a chuva intensa e os ventos derrubaram árvores, postes e estruturas, além de destelharem casas e estabelecimentos comerciais. Segundo a imprensa local, um dos pontos mais atingidos foi o bairro Jardim do Trevo, onde vários postes da rede de distribuição elétrica caíram, deixando moradores sem energia e o trânsito prejudicado. A força do vento fez com que outdoors e árvores caíssem em diferentes pontos da cidade. Nas casas e comércios, telhas voaram, deixando móveis e equipamentos expostos à chuva. Equipes do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e da concessionária de energia foram acionadas para atender às ocorrências, desobstruir vias e isolar áreas de risco. Até o momento, não há registro oficial de feridos graves. Já em Alta Floresta (803 km ao norte de Cuiabá), o temporal não foi diferente e também causou danos em diferentes pontos do município e afetou o fornecimento de energia elétrica. A Defesa Civil Municipal foi mobilizada para levantar os prejuízos. Equipes das secretarias de Cidade e Trânsito também atuaram na desobstrução de vias e atendimento às áreas afetadas. Conforme o já havia noticiado, apesar do calor intenso, a previsão de chuva para as cidades de Mato Grosso.
Por Gazeta Digital • 28 de setembro de 2026
Os cidadãos de Mato Grosso terão acesso à cobertura ao vivo da apuração dos votos das eleições de 2026 por meio de uma ampla mobilização dos canais oficiais da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE). As equipes da TV Assembleia, da Rádio FM 89,5, do site institucional e das mídias sociais estarão posicionadas diretamente na sede da Justiça Eleitoral para garantir a entrega de dados oficiais e atualizados, como pontuou o secretário de Comunicação Social da ALMT, coronel Henrique Santos. “É um trabalho que envolve planejamento, tecnologia e, principalmente, integração entre os profissionais da Secom (Secretaria de Comunicação). Cada veículo terá a sua linguagem e o seu formato, mas todos estarão trabalhando com o mesmo propósito, que é oferecer um serviço público de comunicação com transparência, agilidade, acessibilidade e responsabilidade”, afirmou. A atuação televisiva, liderada pelo superintendente da TV Assembleia, Jaime Neto, envolverá cerca de 40 profissionais e prevê uma transmissão especial das 15h45 às 20h, podendo se estender conforme o andamento da totalização. “É a quarta eleição em que a TV Assembleia é a única emissora de Mato Grosso a cobrir o pleito no local de apuração”, destacou Neto. “A proposta é oferecer ao público um panorama completo das eleições, desde a movimentação nos locais de votação até a divulgação dos resultados, permitindo acompanhar informações da própria cidade, de Mato Grosso e também os principais números da apuração nacional”, ressaltou a gerente de Jornalismo da TVAL, Franchesca Bogo. Já a Rádio Assembleia FM 89,5 manterá uma programação contínua desde o início da votação até o fim da apuração. O gerente da emissora, Eduardo Ferreira, enfatizou o papel social do veículo. “A gente tem um compromisso institucional, de uma rádio pública prestando serviço à comunidade”, explica o gerente da emissora, Eduardo Ferreira. Em paralelo, a cobertura digital e escrita no portal institucional contará com a atuação presencial de jornalistas no TRE e o suporte de uma editora na redação. A coordenadora de Jornalismo, Renata Neves, detalhou o cronograma e o foco pedagógico da cobertura. “Mais do que divulgar os resultados, queremos mostrar ao eleitor quem são os deputados eleitos, como ficará a nova composição da Casa e o que muda com a legislatura que começa em 2027. Depois da eleição, vamos continuar produzindo conteúdos para explicar cada etapa até o início da nova legislatura e mostrar ao cidadão como acompanhar, pelo site da Assembleia, o trabalho dos parlamentares eleitos”, pontuou. Por fim, as redes sociais, com foco principal no Instagram sob a gerência de Noemia Almeida, assegurarão uma entrega dinâmica. “No Instagram, estão previstos transmissão ao vivo da apuração, stories em tempo real diretamente do TRE-MT, reels com registro institucional da cobertura, cards informativos e atualizações sobre os resultados oficiais”, concluiu.
Por RepórterMT • 28 de setembro de 2026
Bandidos ameaçaram cortar a mão do filho de 9 anos do vereador Wesley Cláudio (Novo) caso ele não revelasse onde guardava dinheiro em casa. A ameaça foi relatada à polícia pelo irmão mais velho da criança, de 18 anos, após o assalto à residência da família na madrugada de hoje (28), em Rondonópolis (a 218 km de Cuiabá), Sul de Mato Grosso.  Segundo o boletim de ocorrência, os assaltantes invadiram a casa afirmando que Wesley mantinha cerca de R$ 1 milhão no local. Enquanto exigiam o dinheiro, deram uma coronhada na cabeça do vereador e cortaram sua orelha direita. A esposa dele, Fabiula Moreira, também foi agredida e enforcada duas vezes, chegando perto de perder a consciência. Os dois filhos do casal foram agredidos, ameaçados e mantidos reféns. Os criminosos reviraram os cômodos e levaram cerca de R$ 42 mil em espécie: R$ 38 mil encontrados na casa e aproximadamente R$ 4 mil que estavam no carro da família. Também roubaram dois celulares, bijuterias e duas alianças. Ainda conforme o boletim, os assaltantes disseram que monitoravam o vereador havia cerca de três dias. Durante o roubo, fizeram uma chamada de vídeo com outros integrantes do grupo. Um deles teria ordenado que as agressões a Wesley continuassem para que ele revelasse onde estaria o restante do dinheiro. Antes de fugir no carro da família, os criminosos amarraram os quatro e os trancaram no quarto do casal. Por volta das 3h50, o filho mais velho percebeu que eles haviam saído. O jovem conseguiu se soltar, deixou a casa por uma janela, voltou pela cozinha e arrombou a porta do quarto para libertar os pais e o irmão. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) levou Wesley e Fabiula ao Hospital Regional. A Polícia Militar registrou a ocorrência como sequestro e cárcere privado, lesão corporal e roubo. O caso será investigado.
Por RepórterMT • 28 de setembro de 2026
O vereador de Rondonópolis Wesley Cláudio (Novo) teve a orelha direita cortada e a esposa Fabiula Moreira foi enforcada duas vezes durante o assalto à residência da família, na madrugada de hoje (28), em Rondonópolis (a 218 km de Cuiabá). Os dois filhos do casal, um jovem de 18 anos e uma criança de 9 anos, também foram agredidos, ameaçados e mantidos reféns pelos criminosos. Conforme o boletim de ocorrência, os bandidos invadiram a casa e passaram a exigir que o vereador entregasse dinheiro. Os criminosos afirmavam ter informações de que Wesley mantinha cerca de R$ 1 milhão na residência. Durante a ação, o vereador foi agredido diversas vezes. Ele levou uma coronhada na cabeça e, em seguida, teve a orelha direita cortada por um dos assaltantes. A esposa também foi agredida e chegou a ser enforcada duas vezes, quase perdendo a consciência. O filho mais velho do casal também relatou aos policiais que os criminosos fizeram ameaças contra ele. Segundo o depoimento, os bandidos chegaram a dizer que cortariam a mão de seu irmão, menor de idade, caso o pai não revelasse onde estaria o dinheiro. Enquanto mantinham a família sob ameaça, os criminosos reviraram vários cômodos da residência em busca de dinheiro e objetos de valor. Ao todo, foram levados cerca de R$ 42 mil em espécie, sendo R$ 38 mil encontrados dentro da casa e aproximadamente R$ 4 mil que estavam no veículo da família. Dois celulares, bijuterias e duas alianças também foram roubados. Ainda segundo o boletim, os criminosos afirmaram que monitoravam Wesley havia aproximadamente três dias. Durante o assalto, eles chegaram a fazer uma chamada de vídeo com outros integrantes do grupo. Um deles teria sido apontado como responsável por coordenar a ação e ordenado que os comparsas continuassem agredindo o vereador para descobrir onde estaria o restante do dinheiro. Após as agressões, os quatro integrantes da família foram amarrados e trancados no quarto do casal. Por volta das 3h50, o filho mais velho percebeu que os criminosos haviam deixado a residência utilizando o carro da família. O jovem conseguiu se soltar, abriu uma janela que havia sido trancada pelos assaltantes e saiu da casa. Depois, retornou pela cozinha e arrombou a porta do quarto onde estavam os pais e o irmão mais novo, conseguindo libertar os familiares. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encaminhou Wesley e a esposa ao Hospital Regional. O vereador apresentava um corte de grande extensão na orelha direita e uma lesão na cabeça provocada pela coronhada. A Polícia Militar registrou a ocorrência como sequestro e cárcere privado, lesão corporal e roubo. O caso deverá ser investigado pelas autoridades responsáveis.
Por RepórterMT • 28 de setembro de 2026
O vereador de Rondonópolis Wesley Cláudio (Novo) teve a orelha direita cortada e a esposa Fabiula Moreira foi enforcada duas vezes durante o assalto à residência da família, na madrugada de hoje (28), em Rondonópolis (a 218 km de Cuiabá). Os dois filhos do casal, um jovem de 18 anos e uma criança de 9 anos, também foram agredidos, ameaçados e mantidos reféns pelos criminosos. Conforme o boletim de ocorrência, os bandidos invadiram a casa e passaram a exigir que o vereador entregasse dinheiro. Os criminosos afirmavam ter informações de que Wesley mantinha cerca de R$ 1 milhão na residência. Durante a ação, o vereador foi agredido diversas vezes. Ele levou uma coronhada na cabeça e, em seguida, teve a orelha direita cortada por um dos assaltantes. A esposa também foi agredida e chegou a ser enforcada duas vezes, quase perdendo a consciência. O filho mais velho do casal também relatou aos policiais que os criminosos fizeram ameaças contra ele. Segundo o depoimento, os bandidos chegaram a dizer que cortariam a mão de seu irmão, menor de idade, caso o pai não revelasse onde estaria o dinheiro.  Enquanto mantinham a família sob ameaça, os criminosos reviraram vários cômodos da residência em busca de dinheiro e objetos de valor. Ao todo, foram levados cerca de R$ 42 mil em espécie, sendo R$ 38 mil encontrados dentro da casa e aproximadamente R$ 4 mil que estavam no veículo da família. Dois celulares, bijuterias e duas alianças também foram roubados. Ainda segundo o boletim, os criminosos afirmaram que monitoravam Wesley havia aproximadamente três dias. Durante o assalto, eles chegaram a fazer uma chamada de vídeo com outros integrantes do grupo. Um deles teria sido apontado como responsável por coordenar a ação e ordenado que os comparsas continuassem agredindo o vereador para descobrir onde estaria o restante do dinheiro. Após as agressões, os quatro integrantes da família foram amarrados e trancados no quarto do casal. Por volta das 3h50, o filho mais velho percebeu que os criminosos haviam deixado a residência utilizando o carro da família. O jovem conseguiu se soltar, abriu uma janela que havia sido trancada pelos assaltantes e saiu da casa. Depois, retornou pela cozinha e arrombou a porta do quarto onde estavam os pais e o irmão mais novo, conseguindo libertar os familiares. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encaminhou Wesley e a esposa ao Hospital Regional. O vereador apresentava um corte de grande extensão na orelha direita e uma lesão na cabeça provocada pela coronhada. A Polícia Militar registrou a ocorrência como sequestro e cárcere privado, lesão corporal e roubo. O caso deverá ser investigado pelas autoridades responsáveis.
Por RepórterMT • 28 de setembro de 2026
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) começou a retomar gradualmente, hoje (28), os sistemas informatizados após o ataque hacker que atingiu a infraestrutura tecnológica da Corte no dia 21 de setembro. O expediente com atendimento ao público, no âmbito do Poder Judiciário e para todas as atividades de caráter jurisdicional, também foi retomado. O Processo Judicial Eletrônico (PJe) já está funcionando. Para acesso, o TJMT orientou que seja feito diretamente pelo endereço do sistema, evitando o acesso por meio do portal. - PJe – 1º Grau: pje.tjmt.jus.br - PJe – 2º Grau: pje2.tjmt.jus.br Em caso de dificuldades de acesso, o endereço deverá ser digitado diretamente na barra do navegador. A retomada dos sistemas ocorre de forma gradual, após a conclusão das etapas de testes, homologação e operação assistida. Ainda de acordo com o TJMT, a equipe técnica permance monitorando o funcionamento dos sistemas e atuando para garantir a normalização dos acessos.  Apesar da retomada do expediente, os prazos processuais permanecem suspensos até quarta-feira (30) e voltam a contar na quinta-feira (1º). Durante esse período, ficam suspensos os processos eletrônicos e físicos, tanto no primeiro quanto no segundo grau de jurisdição. A partir de quinta-feira, também começam a contar os prazos cujo início ocorreria durante o período de suspensão. Da mesma forma, atos de comunicação processual cuja disponibilização, publicação ou ciência presumida ocorrer entre 28 e 30 de setembro serão considerados realizados em 1º de outubro. Processos de execução penal que tramitam pelo Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU) continuam funcionando normalmente, pois o sistema não foi afetado pelo incidente. Os prazos administrativos, por outro lado, permanecem suspensos por tempo indeterminado, até nova decisão da Presidência do TJMT. As medidas foram estabelecidas pelo presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, em portaria publicada na sexta-feira (25). Ataque hacker O TJMT suspendeu o expediente e os prazos processuais após um ataque hacker identificado em 21 de setembro. Na ocasião, o Tribunal informou ter identificado acesso a credenciais de usuários da rede, incluindo logins e senhas criptografadas. Segundo a Corte, não havia evidências de acesso a dados pessoais de servidores e magistrados, decisões judiciais ou aos sistemas de backup. Como medida de segurança, todas as senhas foram redefinidas, e os acessos considerados sensíveis permaneceram restritos. A invasão também levou ao desligamento do PJe e de outros sistemas utilizados pelo Judiciário. Desde então, as plataformas passaram por testes e procedimentos de segurança antes da reativação. A investigação sobre o ataque é realizada pelo próprio TJMT, com apoio de parceiros técnicos, e também conta com a atuação da Polícia Civil e da Polícia Federal. Durante o período de indisponibilidade, audiências e sessões que não puderam ser realizadas deverão ser redesignadas. Nos casos do Tribunal do Júri, a decisão sobre a manutenção das sessões cabe ao juiz presidente. O atendimento de situações urgentes continuou sendo feito pelo plantão judiciário.