Sábado será de chuva intensa e risco de alagamentos em todos os municípios de MT

RepórterMT • 21 de fevereiro de 2026

Em Mato Grosso, o fim de semana será de muita chuva, mantendo o padrão das últimas semanas. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), todos os 142 municípios do estado estão sob risco de tempestade, com foco especial para hoje (21), que deve registrar quedas de granizo em pontos isolados.



Em Cuiabá, o sábado começa com muitas nuvens e pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas. A temperatura mínima prevista é de 22°C, enquanto a máxima não deve passar dos 33°C. A umidade do ar segue elevada, variando entre 60% e 100%. Durante a noite, o alerta é reforçado pela possibilidade de queda de granizo na Capital e região metropolitana.


O Inmet publicou dois avisos meteorológicos vigentes até o fim da noite de sábado. O mais grave, de alerta laranja, de perigo, prevê chuvas de até 100 mm/dia e ventos intensos, que podem atingir entre 60 e 100 km/h. Há risco real de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores e alagamentos.

Já o alerta amarelo, de perigo potencial, cobre as demais áreas com chuvas de até 50 mm/dia e ventos de até 60 km/h. Para o domingo (22), a previsão é de tempo encoberto com chuvas isoladas e máxima de 34°C.


A orientação da Defesa Civil é que, em caso de rajadas de vento, a população não se abrigue debaixo de árvores e evite estacionar veículos próximos a torres de transmissão ou placas de propaganda.


Por Gazeta Digital • 28 de setembro de 2026
Os cidadãos de Mato Grosso terão acesso à cobertura ao vivo da apuração dos votos das eleições de 2026 por meio de uma ampla mobilização dos canais oficiais da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE). As equipes da TV Assembleia, da Rádio FM 89,5, do site institucional e das mídias sociais estarão posicionadas diretamente na sede da Justiça Eleitoral para garantir a entrega de dados oficiais e atualizados, como pontuou o secretário de Comunicação Social da ALMT, coronel Henrique Santos. “É um trabalho que envolve planejamento, tecnologia e, principalmente, integração entre os profissionais da Secom (Secretaria de Comunicação). Cada veículo terá a sua linguagem e o seu formato, mas todos estarão trabalhando com o mesmo propósito, que é oferecer um serviço público de comunicação com transparência, agilidade, acessibilidade e responsabilidade”, afirmou. A atuação televisiva, liderada pelo superintendente da TV Assembleia, Jaime Neto, envolverá cerca de 40 profissionais e prevê uma transmissão especial das 15h45 às 20h, podendo se estender conforme o andamento da totalização. “É a quarta eleição em que a TV Assembleia é a única emissora de Mato Grosso a cobrir o pleito no local de apuração”, destacou Neto. “A proposta é oferecer ao público um panorama completo das eleições, desde a movimentação nos locais de votação até a divulgação dos resultados, permitindo acompanhar informações da própria cidade, de Mato Grosso e também os principais números da apuração nacional”, ressaltou a gerente de Jornalismo da TVAL, Franchesca Bogo. Já a Rádio Assembleia FM 89,5 manterá uma programação contínua desde o início da votação até o fim da apuração. O gerente da emissora, Eduardo Ferreira, enfatizou o papel social do veículo. “A gente tem um compromisso institucional, de uma rádio pública prestando serviço à comunidade”, explica o gerente da emissora, Eduardo Ferreira. Em paralelo, a cobertura digital e escrita no portal institucional contará com a atuação presencial de jornalistas no TRE e o suporte de uma editora na redação. A coordenadora de Jornalismo, Renata Neves, detalhou o cronograma e o foco pedagógico da cobertura. “Mais do que divulgar os resultados, queremos mostrar ao eleitor quem são os deputados eleitos, como ficará a nova composição da Casa e o que muda com a legislatura que começa em 2027. Depois da eleição, vamos continuar produzindo conteúdos para explicar cada etapa até o início da nova legislatura e mostrar ao cidadão como acompanhar, pelo site da Assembleia, o trabalho dos parlamentares eleitos”, pontuou. Por fim, as redes sociais, com foco principal no Instagram sob a gerência de Noemia Almeida, assegurarão uma entrega dinâmica. “No Instagram, estão previstos transmissão ao vivo da apuração, stories em tempo real diretamente do TRE-MT, reels com registro institucional da cobertura, cards informativos e atualizações sobre os resultados oficiais”, concluiu.
Por RepórterMT • 28 de setembro de 2026
Bandidos ameaçaram cortar a mão do filho de 9 anos do vereador Wesley Cláudio (Novo) caso ele não revelasse onde guardava dinheiro em casa. A ameaça foi relatada à polícia pelo irmão mais velho da criança, de 18 anos, após o assalto à residência da família na madrugada de hoje (28), em Rondonópolis (a 218 km de Cuiabá), Sul de Mato Grosso.  Segundo o boletim de ocorrência, os assaltantes invadiram a casa afirmando que Wesley mantinha cerca de R$ 1 milhão no local. Enquanto exigiam o dinheiro, deram uma coronhada na cabeça do vereador e cortaram sua orelha direita. A esposa dele, Fabiula Moreira, também foi agredida e enforcada duas vezes, chegando perto de perder a consciência. Os dois filhos do casal foram agredidos, ameaçados e mantidos reféns. Os criminosos reviraram os cômodos e levaram cerca de R$ 42 mil em espécie: R$ 38 mil encontrados na casa e aproximadamente R$ 4 mil que estavam no carro da família. Também roubaram dois celulares, bijuterias e duas alianças. Ainda conforme o boletim, os assaltantes disseram que monitoravam o vereador havia cerca de três dias. Durante o roubo, fizeram uma chamada de vídeo com outros integrantes do grupo. Um deles teria ordenado que as agressões a Wesley continuassem para que ele revelasse onde estaria o restante do dinheiro. Antes de fugir no carro da família, os criminosos amarraram os quatro e os trancaram no quarto do casal. Por volta das 3h50, o filho mais velho percebeu que eles haviam saído. O jovem conseguiu se soltar, deixou a casa por uma janela, voltou pela cozinha e arrombou a porta do quarto para libertar os pais e o irmão. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) levou Wesley e Fabiula ao Hospital Regional. A Polícia Militar registrou a ocorrência como sequestro e cárcere privado, lesão corporal e roubo. O caso será investigado.
Por RepórterMT • 28 de setembro de 2026
O vereador de Rondonópolis Wesley Cláudio (Novo) teve a orelha direita cortada e a esposa Fabiula Moreira foi enforcada duas vezes durante o assalto à residência da família, na madrugada de hoje (28), em Rondonópolis (a 218 km de Cuiabá). Os dois filhos do casal, um jovem de 18 anos e uma criança de 9 anos, também foram agredidos, ameaçados e mantidos reféns pelos criminosos. Conforme o boletim de ocorrência, os bandidos invadiram a casa e passaram a exigir que o vereador entregasse dinheiro. Os criminosos afirmavam ter informações de que Wesley mantinha cerca de R$ 1 milhão na residência. Durante a ação, o vereador foi agredido diversas vezes. Ele levou uma coronhada na cabeça e, em seguida, teve a orelha direita cortada por um dos assaltantes. A esposa também foi agredida e chegou a ser enforcada duas vezes, quase perdendo a consciência. O filho mais velho do casal também relatou aos policiais que os criminosos fizeram ameaças contra ele. Segundo o depoimento, os bandidos chegaram a dizer que cortariam a mão de seu irmão, menor de idade, caso o pai não revelasse onde estaria o dinheiro. Enquanto mantinham a família sob ameaça, os criminosos reviraram vários cômodos da residência em busca de dinheiro e objetos de valor. Ao todo, foram levados cerca de R$ 42 mil em espécie, sendo R$ 38 mil encontrados dentro da casa e aproximadamente R$ 4 mil que estavam no veículo da família. Dois celulares, bijuterias e duas alianças também foram roubados. Ainda segundo o boletim, os criminosos afirmaram que monitoravam Wesley havia aproximadamente três dias. Durante o assalto, eles chegaram a fazer uma chamada de vídeo com outros integrantes do grupo. Um deles teria sido apontado como responsável por coordenar a ação e ordenado que os comparsas continuassem agredindo o vereador para descobrir onde estaria o restante do dinheiro. Após as agressões, os quatro integrantes da família foram amarrados e trancados no quarto do casal. Por volta das 3h50, o filho mais velho percebeu que os criminosos haviam deixado a residência utilizando o carro da família. O jovem conseguiu se soltar, abriu uma janela que havia sido trancada pelos assaltantes e saiu da casa. Depois, retornou pela cozinha e arrombou a porta do quarto onde estavam os pais e o irmão mais novo, conseguindo libertar os familiares. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encaminhou Wesley e a esposa ao Hospital Regional. O vereador apresentava um corte de grande extensão na orelha direita e uma lesão na cabeça provocada pela coronhada. A Polícia Militar registrou a ocorrência como sequestro e cárcere privado, lesão corporal e roubo. O caso deverá ser investigado pelas autoridades responsáveis.
Por RepórterMT • 28 de setembro de 2026
O vereador de Rondonópolis Wesley Cláudio (Novo) teve a orelha direita cortada e a esposa Fabiula Moreira foi enforcada duas vezes durante o assalto à residência da família, na madrugada de hoje (28), em Rondonópolis (a 218 km de Cuiabá). Os dois filhos do casal, um jovem de 18 anos e uma criança de 9 anos, também foram agredidos, ameaçados e mantidos reféns pelos criminosos. Conforme o boletim de ocorrência, os bandidos invadiram a casa e passaram a exigir que o vereador entregasse dinheiro. Os criminosos afirmavam ter informações de que Wesley mantinha cerca de R$ 1 milhão na residência. Durante a ação, o vereador foi agredido diversas vezes. Ele levou uma coronhada na cabeça e, em seguida, teve a orelha direita cortada por um dos assaltantes. A esposa também foi agredida e chegou a ser enforcada duas vezes, quase perdendo a consciência. O filho mais velho do casal também relatou aos policiais que os criminosos fizeram ameaças contra ele. Segundo o depoimento, os bandidos chegaram a dizer que cortariam a mão de seu irmão, menor de idade, caso o pai não revelasse onde estaria o dinheiro.  Enquanto mantinham a família sob ameaça, os criminosos reviraram vários cômodos da residência em busca de dinheiro e objetos de valor. Ao todo, foram levados cerca de R$ 42 mil em espécie, sendo R$ 38 mil encontrados dentro da casa e aproximadamente R$ 4 mil que estavam no veículo da família. Dois celulares, bijuterias e duas alianças também foram roubados. Ainda segundo o boletim, os criminosos afirmaram que monitoravam Wesley havia aproximadamente três dias. Durante o assalto, eles chegaram a fazer uma chamada de vídeo com outros integrantes do grupo. Um deles teria sido apontado como responsável por coordenar a ação e ordenado que os comparsas continuassem agredindo o vereador para descobrir onde estaria o restante do dinheiro. Após as agressões, os quatro integrantes da família foram amarrados e trancados no quarto do casal. Por volta das 3h50, o filho mais velho percebeu que os criminosos haviam deixado a residência utilizando o carro da família. O jovem conseguiu se soltar, abriu uma janela que havia sido trancada pelos assaltantes e saiu da casa. Depois, retornou pela cozinha e arrombou a porta do quarto onde estavam os pais e o irmão mais novo, conseguindo libertar os familiares. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encaminhou Wesley e a esposa ao Hospital Regional. O vereador apresentava um corte de grande extensão na orelha direita e uma lesão na cabeça provocada pela coronhada. A Polícia Militar registrou a ocorrência como sequestro e cárcere privado, lesão corporal e roubo. O caso deverá ser investigado pelas autoridades responsáveis.
Por RepórterMT • 28 de setembro de 2026
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) começou a retomar gradualmente, hoje (28), os sistemas informatizados após o ataque hacker que atingiu a infraestrutura tecnológica da Corte no dia 21 de setembro. O expediente com atendimento ao público, no âmbito do Poder Judiciário e para todas as atividades de caráter jurisdicional, também foi retomado. O Processo Judicial Eletrônico (PJe) já está funcionando. Para acesso, o TJMT orientou que seja feito diretamente pelo endereço do sistema, evitando o acesso por meio do portal. - PJe – 1º Grau: pje.tjmt.jus.br - PJe – 2º Grau: pje2.tjmt.jus.br Em caso de dificuldades de acesso, o endereço deverá ser digitado diretamente na barra do navegador. A retomada dos sistemas ocorre de forma gradual, após a conclusão das etapas de testes, homologação e operação assistida. Ainda de acordo com o TJMT, a equipe técnica permance monitorando o funcionamento dos sistemas e atuando para garantir a normalização dos acessos.  Apesar da retomada do expediente, os prazos processuais permanecem suspensos até quarta-feira (30) e voltam a contar na quinta-feira (1º). Durante esse período, ficam suspensos os processos eletrônicos e físicos, tanto no primeiro quanto no segundo grau de jurisdição. A partir de quinta-feira, também começam a contar os prazos cujo início ocorreria durante o período de suspensão. Da mesma forma, atos de comunicação processual cuja disponibilização, publicação ou ciência presumida ocorrer entre 28 e 30 de setembro serão considerados realizados em 1º de outubro. Processos de execução penal que tramitam pelo Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU) continuam funcionando normalmente, pois o sistema não foi afetado pelo incidente. Os prazos administrativos, por outro lado, permanecem suspensos por tempo indeterminado, até nova decisão da Presidência do TJMT. As medidas foram estabelecidas pelo presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, em portaria publicada na sexta-feira (25). Ataque hacker O TJMT suspendeu o expediente e os prazos processuais após um ataque hacker identificado em 21 de setembro. Na ocasião, o Tribunal informou ter identificado acesso a credenciais de usuários da rede, incluindo logins e senhas criptografadas. Segundo a Corte, não havia evidências de acesso a dados pessoais de servidores e magistrados, decisões judiciais ou aos sistemas de backup. Como medida de segurança, todas as senhas foram redefinidas, e os acessos considerados sensíveis permaneceram restritos. A invasão também levou ao desligamento do PJe e de outros sistemas utilizados pelo Judiciário. Desde então, as plataformas passaram por testes e procedimentos de segurança antes da reativação. A investigação sobre o ataque é realizada pelo próprio TJMT, com apoio de parceiros técnicos, e também conta com a atuação da Polícia Civil e da Polícia Federal. Durante o período de indisponibilidade, audiências e sessões que não puderam ser realizadas deverão ser redesignadas. Nos casos do Tribunal do Júri, a decisão sobre a manutenção das sessões cabe ao juiz presidente. O atendimento de situações urgentes continuou sendo feito pelo plantão judiciário.
Por Ascom • 28 de setembro de 2026
A carne bovina de Mato Grosso busca ampliar espaço no mercado peruano e, ao mesmo tempo, acompanha uma transformação logística que pode aproximar a produção do Estado dos consumidores asiáticos. Os dois movimentos estiveram no radar da participação mato-grossense na Expoalimentaria, realizada na última semana em Lima, no Peru. Durante os três dias de Expoalimentaria, a carne mato-grossense foi apresentada aos compradores por meio de degustações. O chef Carlos Miranda preparou cortes como ancho, fraldinha, maminha e contrafilé, mostrando diferentes possibilidades de utilização da proteína bovina. Realizada entre os dias 23 e 25 de setembro, a Expoalimentaria é considerada a principal plataforma de negócios da indústria alimentícia da América Latina e reúne empresas, compradores e profissionais do setor. Na edição de 2025, foram mais de 31 mil visitantes e US$ 905 milhões em expectativas de negócios. Um dos focos para a pecuária de Mato Grosso é o próprio mercado peruano. O país possui 34,1 milhões de habitantes e ainda apresenta um consumo relativamente baixo de carne bovina. Estudos sobre o mercado apontam uma média próxima de 6 quilos por habitante ao ano, enquanto em Lima o consumo chega a 8,31 quilos. O perfil abre espaço principalmente para vendas direcionadas a nichos de maior valor agregado, como restaurantes, hotéis e consumidores de maior renda. Para frigoríficos de pequeno e médio porte de Mato Grosso, o Peru pode funcionar como um mercado complementar para a construção de novas relações comerciais, sem a necessidade de competir apenas por grandes volumes. Além do mercado consumidor peruano, outro ponto estratégico está na localização do país. O Peru vem investindo em infraestrutura para se consolidar como uma ligação entre a América do Sul e a Ásia, movimento que ganhou força com a entrada em operação do Porto de Chancay, na costa do Pacífico. Para a indústria frigorífica de Mato Grosso, essa nova estrutura logística abre uma discussão que vai além das vendas ao consumidor peruano. No médio e longo prazo, corredores terrestres conectados aos portos do Pacífico podem representar uma alternativa para o escoamento de produtos do agronegócio brasileiro destinados à Ásia. “Participar da Expoalimentaria nos permite trabalhar em duas frentes. O Peru é um mercado que pode oferecer oportunidades para frigoríficos que buscam atender nichos específicos, especialmente restaurantes e consumidores que valorizam cortes diferenciados. Ao mesmo tempo, precisamos acompanhar essa transformação logística que está ocorrendo no país, com uma estrutura portuária voltada para aproximar a América do Sul dos mercados asiáticos”, afirma o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.
Por Gazeta Digital • 28 de setembro de 2026
Campanhas eleitorais de 2026 em Mato Grosso já movimentaram R$ 74.365.523,96, segundo os dados de prestação de contas disponíveis no DivulgaCandContas, da Justiça Eleitoral. Desse montante, R$ 44.940.215,21 são recursos públicos, o equivalente a 60,43%, enquanto R$ 29.425.308,75, ou 39,57%, têm origem privada. Os números são resultados da movimentação financeira declarada pelas candidaturas e incluem transferências entre prestadores de contas. A fotografia financeira revela diferenças importantes conforme o cargo. Na disputa pela Câmara dos Deputados, R$ 23,72 milhões são recursos públicos e R$ 4,91 milhões, privados, totalizando R$ 28,64 milhões. O dinheiro público representa cerca de 82,8% da arrecadação das campanhas para deputado federal. Entre os deputados estaduais, a relação se inverte. As candidaturas movimentaram R$ 10,77 milhões em recursos públicos e R$ 16,57 milhões privados, chegando a R$ 27,34 milhões. Nesse caso, os recursos privados representam aproximadamente 60,6% do total. A disputa pelo governo aparece com R$ 7,91 milhões em recursos públicos e R$ 4,36 milhões privados, somando R$ 12,27 milhões. No Senado, são R$ 2,53 milhões públicos e R$ 3,58 milhões privados, em um total de R$ 6,11 milhões. Há, portanto, uma diferença de perfil entre as campanhas. Deputado federal é a disputa mais dependente de dinheiro público, enquanto deputado estadual concentra o maior volume de recursos privados. GOVERNO: DINHEIRO PARTIDÁRIO CONCENTRA CAMPANHAS Na disputa pelo Palácio Paiaguás, os repasses partidários representam parcela relevante das receitas declaradas . Wellington Fagundes recebeu aproximadamente R$ 5,99 milhões do PL, além de cerca de R$ 541 mil provenientes de outras fontes. O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) recebeu cerca de R$ 3 milhões dos partidos e aproximadamente R$ 2,51 milhões de outras fontes. Já Natasha Slhessarenko recebeu R$ 4,5 milhões do PSD e aproximadamente R$ 89 mil adicionais. Os números, porém, exigem uma ressalva importante. Repasse partidário não deve ser automaticamente tratado como dinheiro público. O TSE estabelece que os partidos podem utilizar recursos de diferentes origens, incluindo Fundo Partidário, doações de pessoas físicas e outras receitas permitidas. Da mesma forma, a parcela que não veio diretamente da legenda não pode ser chamada automaticamente de “recursos próprios”. Ela pode incluir doações de pessoas físicas e outras modalidades de arrecadação.
Por RepórterMT • 27 de setembro de 2026
Uma farmácia da rede Drogasil, na Avenida dos Florais, em Cuiabá, foi invadida na madrugada de sábado (26), e teve o estoque de canetas emagrecedoras Mounjaro furtado. Os bandidos também levaram seis computadores e danificaram caixas registradoras, armários e uma geladeira usada para armazenar medicamentos. A ação ocorreu por volta das 2h30 e, até o momento, ninguém foi preso. A Polícia Militar foi acionada pelo Ciosp após o sistema de monitoramento do estabelecimento identificar três homens usando moletons e capuzes em frente à farmácia. Equipes do 10º Batalhão e da Força Tática foram até o local e encontraram a porta de entrada entreaberta. Durante a vistoria, os policiais constataram que a porta de vidro interna também havia sido aberta e encontraram diversos sinais de arrombamento e violação dentro do estabelecimento. Segundo a proprietária, imagens das câmeras de segurança mostram dois dos bandidos entrando na farmácia. Em determinado momento, eles foram até a geladeira onde estavam armazenados os medicamentos e retiraram todo o estoque de Mounjaro, colocando os produtos em um saco verde.  Além das canetas emagrecedoras, os ladrões furtaram seis CPUs, caixas registradoras, armários e outros pontos do estabelecimento também foram danificados durante a invasão. A PM realizou buscas nas proximidades para tentar localizar os envolvidos e recuperar os produtos, mas ninguém foi encontrado até o registro da ocorrência. Outros casos Esta é a segunda invasão a uma unidade da Drogasil em Cuiabá neste mês. No dia 8 de setembro, outra farmácia da mesma rede, localizada no Jardim das Américas, também foi invadida durante a noite. Na ocasião, os bandidos furtaram canetas emagrecedoras e dinheiro do caixa. No último dia 17, três ladrões invadiram a Drogaria São Paulo, que funciona 24 horas, na Avenida Presidente Getúlio Vargas, e fugiram levando 33 caixas de Mounjaro, dinheiro e celulares. Quatro bandidos, sendo dois homens e duas mulheres, foram presos.
Por Agência Brasil • 27 de setembro de 2026
Criada na sexta-feira (25) por medida provisória, a terceira fase do programa de renegociação de dívidas de pessoas físicas, chamada de Desenrola 3.0, traz mudança importante em relação às etapas anteriores. A União poderá comprar em leilões, carteiras de dívidas inadimplidas e repassar integralmente ao devedor o desconto obtido na operação. Nas fases anteriores, os débitos eram negociados diretamente entre credores e devedores. A expectativa do governo é que até R$ 150 bilhões em dívidas sejam elegíveis ao programa, com potencial para beneficiar até 15 milhões de pessoas. Como funcionará? A nova fase será voltada a dívidas bancárias e não bancárias de até R$ 10 mil, considerando o valor original da dívida. Para participar da operação, os débitos deverão estar em atraso de 720 dias a 1.645 dias, contados a partir de 25 de setembro de 2026. Na prática, o processo será dividido em etapas: 1. A União realizará leilões para comprar as carteiras de dívidas. 2. Os credores apresentarão propostas de desconto. 3. As propostas serão classificadas pelo maior deságio oferecido. 4. O desconto obtido pela União será repassado integralmente ao devedor. 5. O consumidor poderá quitar o saldo à vista ou parcelá-lo. 6. No caso de parcelamento, as condições ainda serão definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Quem poderá participar? A MP estabelece como critérios principais: • Dívidas de até R$ 10 mil, pelo valor original; • Inadimplência superior a 720 dias; • Inadimplência inferior a 1.645 dias; • Dívidas bancárias e não bancárias. O Ministério da Fazenda poderá estabelecer critérios adicionais de renda e de priorização dos devedores. Os leilões poderão ocorrer em lotes e separar as dívidas de acordo com sua natureza, entre bancárias e não bancárias. Quanto será o desconto? O deságio mínimo exigido nos leilões será de 90%, com o desconto obtido na compra sendo integralmente transferido ao devedor. Assim, se uma dívida elegível de R$ 10 mil for adquirida pela União com o desconto mínimo previsto, o valor considerado para a renegociação será de R$ 1 mil. O consumidor poderá: • pagar o saldo de uma vez, mantendo o desconto; • ou parcelar o valor restante, acrescido de juros, conforme as regras que ainda serão estabelecidas pelo CMN. Quanto será investido? A estimativa do governo é que até R$ 150 bilhões em dívidas possam ser elegíveis à compra. A previsão considera apenas uma parcela do estoque de R$ 592 bilhões em dívidas inadimplidas registradas nos birôs de crédito em agosto de 2026. O governo estima: • até R$ 75 bilhões em dívidas efetivamente renegociadas; • até 15 milhões de pessoas beneficiadas; • custo máximo de R$ 15 bilhões para a aquisição das carteiras pela União. Os recursos deverão ser previstos nos Projetos de Lei Orçamentária Anual (PLOAs) de 2027 e 2028. Quando começa? A implementação do programa seguirá cronograma previsto na MP: • Setembro de 2026: publicação da medida provisória; • Novembro de 2026: publicação do chamamento para apresentação das propostas; • Dezembro de 2026: credores entregam as propostas; • Janeiro de 2027: homologação das propostas selecionadas; • Fevereiro de 2027: assinatura dos contratos e início do repasse dos descontos aos devedores. A partir de fevereiro de 2027 está previsto o início da quitação à vista ou do parcelamento dos valores pelos consumidores. Tamanho da inadimplência Dados do Tesouro Nacional citados pelo governo mostram a dimensão do problema. Em agosto de 2026, havia R$ 592 bilhões em dívidas inadimplidas registradas nos birôs de crédito, considerando débitos com até cinco anos de atraso. O levantamento aponta ainda: • 83,9 milhões de pessoas negativadas; • média de quatro dívidas por pessoa; • valor médio de R$ 7 mil por pessoa; • média de R$ 1,7 mil por dívida; • 56% dos negativados eram mulheres; • cerca de 55% do estoque correspondia a dívidas não bancárias. Entre as dívidas não bancárias estão débitos com empresas de água, energia, telefonia e varejo. O que mudou? Nas duas primeiras fases do programa, a renegociação dependia da negociação entre consumidores e credores. Na terceira etapa, a lógica muda: o governo passa a atuar diretamente na compra das carteiras de dívidas. O desconto obtido nos leilões será transferido ao consumidor, que poderá escolher entre quitar o saldo de uma vez ou parcelar o valor restante. Fases anteriores Nas duas primeiras fases, o Desenrola alcançou cerca de 25 milhões de pessoas. A primeira fase foi voltada a dívidas bancárias e não bancárias negativadas desde 2019: • Mais de 8 milhões de operações de renegociação; • R$ 53 bilhões em dívidas renegociadas; • 15 milhões de pessoas e famílias atendidas. A segunda fase foi destinada a dívidas bancárias com inadimplência de 90 dias a dois anos: • Mais de 5,5 milhões de operações; • R$ 22 bilhões em dívidas renegociadas; • 10 milhões de pessoas e famílias atendidas.
Por Gazeta Digital • 27 de setembro de 2026
Relações familiares vêm marcando presença, cada vez mais, nas eleições gerais de Mato Grosso. Candidatos que possuem grau de parentesco com figuras já conhecidas do cenário político estadual têm protagonismo nas disputas, sejam elas majoritárias ou proporcionais. Dos casais que disputam juntos as eleições deste ano, a ex-primeira-dama Virginia Mendes (União) e o ex-governador Mauro Mendes (União) estão entre os principais. Enquanto Virginia estreia na política para tentar vaga como deputada federal, Mauro busca ser eleito senador, após dois mandatos como governador. Juntos, ele arrecadaram R$ 4 milhões em recursos. Outro casal que disputa o pleito é o ex-prefeito de Rondonópolis, Zé Carlos do Pátio (PV) a deputado estadual, e sua esposa, a ex-primeira-dama Dona Neuma (PV), que chegou a disputar vaga para federal em 2022. Destaque nas arrecadações de recursos, as primeiras-damas Samantha Íris (PL) e Alessandra Ferreira (PL) têm em comum estarem, pela primeira vez, tentando vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Elas são parceiras dos prefeitos das maiores cidades do estado, Abilio Brunini (PL) de Cuiabá, e Cláudio Ferreira (PL) de Rondonópolis, respectivamente. Nas redes sociais e com a presença de seus companheiros nos eventos, elas reforçam a imagem de companheirismo para fortalecer ainda mais suas campanhas. Samantha, por exemplo, escolheu registrar na urna ‘Samantha do Abilio’ ao invés de usar somente seu nome nessas eleições. Ambas do partido Republicanos, as primeiras-damas dos municípios de Água Boa e de Nova Mutum, Juliana Kolankiewicz e Aline Félix também são candidatas a deputadas federais. Com relação a Juliana, casada com o prefeito Dr. Mariano (MDB), a primeira-dama chegou a assumir provisoriamente uma vaga no Congresso enquanto suplente do deputado Juarez Costa (MDB), e nessas eleições já arrecadou quase R$ 2 milhões. Já Aline, esposa do prefeito Leandro Félix (União) faz sua estreia no cenário político e conta com mais de R$ 800 mil recebidos para sua campanha. A relação de pai e filho, mais uma vez, também marca presença nestas eleições, isso porque o deputado federal Emanuelzinho (PSD), filho do ex-prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PSD), tenta reeleição no Congresso. Embora não esteja disputando nenhum cargo neste ano, o ex-prefeito tem sido figura presente na campanha de Emanuelzinho. Com as duas disputando nessas eleições, as irmãs Riva fazem questão de reforçar o apoio mútuo nas suas campanhas, principalmente na de Jéssica Riva (MDB), que é estreante na política mato-grossense. Caso eleita, a candidata manterá a continuidade da família ao ocupar o cargo que hoje é da deputada Janaina Riva (MDB), que almeja o Senado.